segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Como diagramar uma revista? – parte 2

A estrutura

Vou generalizar aqui – afinal de contas, muitas revistas são bem similares em sua estrutura. As que não seguem, são a excessão. Para facilitar nossa vida, falarei no mais comum; De início, a capa. Não necessito explicar mais que isso. Na contra-capa geralmente há algum anúncio de página inteira. Em seguida, o índice. Logo depois, o editorial. Aí em diante vem todo o conteúdo. Essa é a estrutura básica.
Pode comparar. Você notará que 99% das revistas são exatamente assim: capa, índice, editorial (ou informações sobre a revista ou editora).
Capa - Índice - Editorial
Agora note a estrutura página-a-página. É sempre a mesma história: título, chamada e texto. O título visa chamar a atenção inicial do leitor, a chamada tem como objetivo prender a atenção dele e por fim, o texto informa todo o restante. É só notar como é neste mesmo blog:
Como diagramar uma revista

Repetição do layout

Seja consistente na hora de fazer o layout de sua revista. E tenha isto em mente ao diagramar a primeira edição. Se você notar, uma revista é igual em termos de disposiçõa de informações em todas suas edições. Faça um experimento: pegue duas revistas iguais porém de edições diferentes. Vá até o índice. Veja como as duas edições são bem similares em termos de estrutura.
Super Interessante
Duas edições diferentes. Note a similaridade.
E isto não só na capa, índice e editorial. A estrutura é mantida na revista inteira, com leves modificações ali e aqui. Se você notar bem na imagem abaixo, retirada de uma edição da Veja, verá que o conteúdo é separado em cabeçalho e mais três colunas. As colunas tem espaçamento igual, e até o tamanho das fontes dos títulos dos 3 primeiros artigos são iguais. E o título daquele último artigo? Na verdade, aquele artigo era o primeiro da seção “Brasil”.

Templates

Templates são arquivos-base de layout que podem ser utilizados de diversas maneiras. Você pode utilizar o mesmo template em artigos de um assunto específico, ou mudar os templates de acordo com cada seção da sua revista. Algumas revistas possuem mais de 100 templates diferentes, que muitas vezes diferem só um pouco uma das outras.
Veja como exemplo a imagem abaixo. Imagem ocupando quase toda a metade superior da página, título logo abaixo, chamada ocupando o espaço de duas colunas e três colunas de texto.
Como diagramar uma revista
No entanto, a imagem da esquerda é o primeiro artigo da seção “Internacional”, logo o mesmo vem com destaque. O título do artigo é em caixa alta, em contraste com a imagem da direita que é normal.
Na imagem abaixo, você pode perceber que o template ficou quase o mesmo em 3 páginas de um mesmo artigo. Isto também pode ser feito para diferenciar o artigo dos outros. Há também a presença de um dos ítens do design: a repetição. Note quantas vezes é utilizado o “Q” como parte do layout.
Como diagramar uma revista

Exercício de hoje

Se você não tiver nenhuma revista, vá a uma banca mais próxima e compre algumas. Podem ser revistas diferentes, e nem precisam ser revistas que você iria ler. O objetivo é você observar todos os aspectos do layout delas e como a informação é disposta. Se preferir, rabisque a estrutura de cada página em uma folha, apenas para compará-las depois. Quanto mais revistas você analisar (de publicações diferentes), mais você verá as possibilidades de layouts.

No próximo artigo…

Na terceira parte da série, você aprenderá sobre a escolha de fontes, cores e identidade visual. Além disto, está chegando a hora de você esboçar sua primeira revista. Fique ligado! Aproveite para assinar o feed e não perder o próximo!

Fonte:http://design.blog.br/design-grafico/como-diagramar-uma-revista-%E2%80%93-parte-2

domingo, 9 de outubro de 2011

Como diagramar uma revista? – parte 1

A parte prática

Como usar o InDesign? Como usar o Illustrator? Photoshop? Corel Draw? InkScape? Olha, vou ser franco: não vou ensinar isto. A parte prática é feita apenas no final do processo, e cada designer tem seu software de escolha. Aqui vou ensinar o mais importante: a teoria. Entenda que a teoria é a parte mais importante de todo o processo. Não adianta você querer abrir o InDesign e criar uma revista super legal se você não sabe como será a funcionalidade dele.

Antes de começar

Pode tratar de fechar seu software. Desligue seu computador. Não tente começar a diagramar antes de fazer todo o processo que antecede a criação no software. Como tudo no mundo do design, o processo é feito 90% fora do computador. Só a finalização que deve ser feita nele.

Escolha o tema

Ok, com isto feito, está na hora de pensar. Sobre o que vai ser sua revista? Qual o tema dela? Esse é o primeiro passo e o mais importante. Toda revista tem um tema principal – a Super Interessante trabalha com o tema de “conhecimento”. A Revista Caras é sobre notícias de celebridades. A Veja, notícias gerais. A Playboy…bom, você deve saber.
O tema deverá ser algo que você – ou as pessoas que vão escrever nela – domine. Eu nunca escreveria sobre design de moda pois é algo que não entendo nada. Mesmo se você não vá escrever na revista, apenas diagramar, procure saber sobre o assunto. Leia outras publicações a respeito, visite sites que tratam sobre ele, etc.
Com o tema definido, próximo passo:

Defina o público-alvo

Quem vai ler sua revista? Não me venha com a resposta “todo mundo”, pois cada revista tem um público-alvo por mais abrangente que possa ser. Quem lê a Super Interessante, por exemplo, é um público que está sempre buscando aprender mais sobre qualquer coisa. Mesmo se alguém lê a Super e a Caras, saiba que o público-alvo de cada uma das publicações é diferente (quem lê ambos é considerado uma exceção). A Veja é uma revista que procura tratar de qualquer notícia da atualidade, seja nas áreas de economia, política ou esportes. É um público-alvo abrangente, porém é diferente da revista Carta Capital – que pode até ter muitos assuntos em comum com a Veja – pois a Carta Capital é uma publicação de esquerda.
como-diagramar-publico
Conheça seu público-alvo
O que faz seu público-alvo? Qual a média salarial dele? Leitores da revista Tititi – uma publicação que acompanha as novelas brasileiras – são consideravelmente diferentes dos leitores da revista IstoÉ Dinheiro especialmente no quesito média salarial, pois os leitores da Tititi são (em grande maioria) pessoas que trabalham em casa ou em locais de renda média. Já os leitores da IstoÉ Dinheiro são pessoas que trabalham com bolsa de valores, finanças e negócios – considerados trabalhos de renda maior.
Qual o nível de ensino do seu público? Uma revista de direito tem uma linguagem diferente de uma de engenharia, que por sua vez tem uma linguagem diferente de uma revista noveleira.
Anote tudo isto em uma papel. Conheça bem seu público. Se você não faz parte deste público, pesquise sobre eles. Conheça pessoas que são os potenciais leitores de sua revista. Entenda o que eles fazem. Procure descobrir as nuanças do grupo – o que difere eles do resto da população.

Conheça seus concorrentes

A não ser que você esteja fazendo uma revista sobre plantação de grama ou algum tema absurdo, as chances de você ter um concorrente são grandes. A Playboy, por exemplo, tem como concorrente a VIP.
como-diagramar-concorrentes
Você nem nasceu e já tem concorrentes
Como que seu concorrente aborda o assunto? Como que é a revista? Eles usam mais imagens do que texto? O que eles oferecem em termos de conteúdo? O que faz o seu público-alvo ler a revista deles? Quem anuncia naquela revista?
Faça uma lista com todos os pontos fortes e fracos do seu concorrente. Vale de tudo: até tiragem, disposição nas bancas, vendas online, quantidade de assinantes, qualidade de conteúdo, etc. E cuidado se você achar que seu concorrente não tem pontos fracos, ou que ele não tem pontos fortes – todos tem isto!
Com essa lista em mãos, está na hora de pensar. Pense: como que posso fazer os pontos fortes do meu concorrente ficarem mais fortes, só que pra mim? Como que posso usar os pontos fracos do meu concorrente a meu favor? Anote tudo (você deveria estar anotando tudo desde o início já). Filtre suas idéias em “viável” e “inviável”. Por exemplo, você pode fornecer desconto aos primeiros 1.000 assinantes mas fornecer algum brinde a eles no ato da assinatura vai fazer seu custo ficar lá em cima, eventualmente inviabilizando a idéia.
Agora que você já conhece bem seus concorrentes e conhece bem a si mesmo, está na hora de começar a esboçar a revista propriamente dita. Mas isto, só no próximo artigo ;)

Fonte:http://design.blog.br/design-grafico/como-diagramar-uma-revista-parte-1

sábado, 8 de outubro de 2011

A xilogravura


Xilogravura é a técnica de gravura na qual se utiliza madeira como matriz e possibilita a reprodução da imagem gravada sobre papel ou outro suporte adequado. É um processo muito parecido com um carimbo.
É uma técnica em que se entalha na madeira, com ajuda de instrumento cortante, a figura ou forma (matriz) que se pretende imprimir. Em seguida usa-se um rolo de borracha embebecida em tinta, tocando só as partes elevadas do entalhe. O final do processo é a impressão em alto relevo em papel ou pano especial, que fica impregnado com a tinta, revelando a figura. Entre as suas variações do suporte pode-se gravar em linóleo (linoleogravura) ou qualquer outra superfície plana. Além de variações dentro da técnica, como a xilogravura de topo.


História

A xilogravura é de provável origem chinesa, sendo conhecida desde o século VI. No ocidente, ela já se afirma durante a Idade Média. No século XVIII duas inovações revolucionaram a xilogravura. A chegada à Europa das gravuras japonesas a cores, que tiveram grande influência sobre as artes do século XIX, e a técnica da gravura de topo criada por Thomas Bewick.
No final do século XVIII Thomas Bewick teve a idéia de usar uma madeira mais dura como matriz e marcar os desenhos com o buril, instrumento usado para gravura em metal e que dava uma maior definição ao traço. Dessa maneira Bewick diminuiu os custos de produção de livros ilustrados e abriu caminho para a produção em massa de imagens pictóricas. Mas com a invenção de processos de impressão a partir da fotografia a xilogravura passa a ser considerada uma técnica antiquada. Atualmente ela é mais utilizada nas artes plásticas e no artesanato


Flexografia: um carimbo muito caro?


Nenhum processo de impressão pode traduzir melhor a inventividade do homem do que a impressão flexográfica. A princípio, tão técnica quanto um mero carimbo de borracha manual e, nos dias atuais, crescendo vertiginosamente de 2% a 3,5% ao ano, no mundo todo.

A origem do processo flexográfico de impressão tem sido exaustivamente discutida, com pouco efeito, de fato. Sabe-se apenas que a flexografia é um amadurecimento do processo de impressão anilina, manual e rudimentar.

Um tipógrafo chamado Sperling aprimorou, em meados de 1800, o processo de impressão anilina, com a utilização de clichês de borracha vulcanizada empregados numa máquina impressora bastante primária, para a impressão de papéis para embalagens. O fabricante Ostdeutschen Gummiwerken teve sua fabrica tomada pelas chamas, em 1935, e dessa máquina não restou sequer uma ilustração.

A esta altura, surgem as primeiras controvérsias. Os ingleses têm documentos comprobatórios de que a origem do processo flexográfico data do final do século XIX, pela Sociedade Comercial Bibby, Barons
& Sons Ltd. Os registros históricos, no entanto, apontam para uma versão primitiva da impressão flexográfica, no ano de 1860, nos Estados Unidos.

O desenvolvimento propriamente dito da flexografia tal como a conhecemos hoje data do início do século XX, por parte dos fabricantes de máquinas Holweg, Windmoller & Holscher, Fischer & Krecke dentre outros. No início dos anos 20, uma empresa americana combinou a primeira máquina impressora flexográfica com uma máquina de produção de sacos de papel de fundo quadrado, obtendo assim o primeiro módulo conjugado em linha da história das embalagens.

As tintas desenvolveram-se por fim, em meados dos anos 50, assumindo o pigmento como elemento corante e agregando valor às exigências técnicas dos produtos impressos. No fim do mesmo decênio, a flexografia conheceu aquele que revolucionaria de uma vez toda a sua história: o fotopolímero.

Evolução e confusão

Jamais esqueçamos que a flexografia é bisneta do carimbo de borracha. E traz consigo seu maior defeito genético: o squash (esmagamento) de impressão, um halo indesejável nos contornos dos grafismos, provenientes da pressão de impressão.

Em outras palavras, um clichê compressível que, ao ser pressionado sobre o papel, impele a tinta para as extremidades (bordas) dos grafismos em relevo da fôrma de impressão, em virtude das diferenças de
compressibilidade da fôrma e resiliência do suporte a ser impresso.

A tecnologia incumbiu-se de suplantar essa deficiência através de paliativos extremamente eficientes, como fitas adesivas acolchoadas, controles acurados de pressão entre rolos e clichês fotopolímeros com características especiais.

A força da flexografia

A possibilidade de variar a repetição do módulo da imagem, mudando o diâmetro do cilindro porta-clichês e da fôrma de impressão é uma vantagem relevante. Permite à flexografia uma boa competitividade em nichos específicos como embalagens, produtos com papelcartão e papelão ondulado, nos quais a necessidade de repetições variáveis é premente. Outra virtude não menos importante é a flexibilidade para imprimir os mais variados suportes, de durezas e superfícies diferentes, bastando somente adequar a dureza da fôrma relevográfica ao suporte a ser impresso.

Indubitavelmente, o anilox, cilindro reticulado responsável por distribuir uniformemente a película de tinta sobre a fôrma de impressão é a chave do processo flexográfico. Uma faca de dois gumes que, ao mesmo tempo em que permite um controle exato da película de filme da tinta, requer uma série de cuidados processuais e atenção entre a relação da lineatura do anilox com a lineatura do clichê.

A utilização de tintas líquidas altamente secativas, a base de água, solvente ou curadas por luz UV permite a produção em altas velocidades, com excelente repetibilidade, aliada, é claro, a um controle de processos eficiente e abrangente. Façamos menção ainda à flexibilidade do processo e das máquinas impressoras para incorporar sistemas de acabamento inline, como a formatura de sacos e sacolas, caixas, acabamento editorial, revestimentos, laminação, dentre muitos outros. A flexografia lidera o mercado no que toca à versatilidade em agregar operações de conversão e inline finishing.

Os contras da flexografia

Além do problema de squash citado anteriormente, temos a tendência da indústria em utilizar o mesmo cilindro anilox para todo o tipo de trabalho a ser impresso. Esse hábito infeliz faz-nos crer que o anilox deverá apresentar uma ótima cobertura de tinta e uma boa gama de densidades sobre os mais variados suportes, duros ou macios, regulares e irregulares, absorventes e nãoabsorventes, o que na prática quase nunca acontece.

O custo elevado de insumos flexográficos também limita os usuários desse processo. Afinal, um clichê de fotopolímero ou um sleeve efetivamente bons, cilindros anilox e seus custos de limpeza e manutenção, lâminas raspadoras do conjunto encapsulado e fitas-dupla-face tecnicamente recomendadas resultam num valor considerável, no custo final do produto.

Atualmente, todos os processos de impressão permitem a adoção de fluxos de trabalho digitais, o que amortiza em parte o custo de obtenção das fôrmas de impressão. O mito de que os cilindros de rotogravura eram muito mais dispendiosos que as chapas de fotopolímero já foi em muito superado.
Em alguns casos, o cilindro de rotogravura é muito mais barato que o clichê flexográfico.

Porém, somando-se os prós e contras da flexografia, o processo é extremamente viável economicamente, em nichos específicos de mercado, como a impressão de rótulos e etiquetas (narrow web) e embalagens (wide web). A impressão de produtos editoriais também é possível, muito embora ainda tenha sido pouco explorada em nosso país.

Retículas para flexografia

A diferença gradual das inclinações de retículas entre cores deve ser de no mínimo 30 graus. Um valor inferior a esse certamente resultaria no moiré, padrão gerado a partir da interferência entre dois ou mais padrões diferentes sobrepostos.

Como opção, a retícula de freqüência modulada (FM Screen ou estocástica) poderia ser aplicada à imagem digital, evitando o moiré através da distribuição aparentemente randômica dos pontos de retícula.
Infelizmente, a retícula estocástica não se comporta bem no processo flexográfico, ocasionando entupimento nas áreas de máximas e meios-tons. Retículas híbridas vêm minimizar o moiré e proporcionar uma imagem de alta qualidade, com a mescla das retículas convencional (nas áreas de máxima e meio-tom) e estocástica nas áreas de mínimas ou altas luzes.

O ângulo da retícula do cilindro anilox também deve ser considerado. Inicialmente, as gráficas adotavam uma inclinação de 45 graus — esse valor foi substituído por 60 graus, com uma configuração de inclinações geralmente assim empregada:

- Amarelo, 82,5º
- Magenta, 67º
- Cyan, 7,5º
- Preto, 37,5º

A relação entre a lineatura do cilindro anilox em relação à lineatura dos clichês é de quatro a cinco vezes maior do primeiro em relação ao último, em função do tipo de ponto utilizado.

CtP para flexografia

Uma tecnologia polêmica em todos os campos de utilização, o CtP para flexografia é uma realidade, mas com restrições. Poderíamos resumir essas restrições em custo.

Infelizmente, a realidade do nosso país é voltada exclusivamente para o segmento de offset. Rotogravura e flexografia têm investimentos relevantes em equipamentos, mas deixam a desejar muito em investimento técnico (treinamento, atualização das informações, etc.). Calibrados como imagesetters, os sistemas CtP são, na maioria das vezes, inadequados para o perfil da flexografia, apresentando o default da impressão offset.

Os dispositivos de medição das densidades em chapas flexográficas ainda deixam muito a desejar, tanto em velocidade quanto em exatidão. Felizmente, softwares de calibração e compensação têm contornado o problema, adequando as densidades das fôrmas aos resultados impressos de fato.

Prospecção

É cansativo ouvir há mais de 10 anos as previsões de crescimento da flexografia no Brasil e no mundo. Dissertar sobre o potencial do processo de impressão flexográfico é cair na obviedade. O crescimento da flexografia é uma constante.

Os sistemas CtP certamente se desenvolverão ainda mais, tanto no que toca ao equipamento quanto às chapas de fotopolímero e dispositivos de medição e controle. O avanço será acompanhado simultaneamente pelos softwares de calibração e gerenciamento. Novos conceitos de processamento e revelação de chapas isentos de solventes e VOC’s (componentes tóxicos liberados na atmosfera) também permanecerão e, certamente, o enfoque será tão ou maior que o processo digital.

O controle cada vez mais acurado da pressão de impressão e performance da fôrma durante a impressão alia-se ao desenvolvimento de sleeves especiais e máquinas impressoras sem engrenagens.

As máquinas impressoras flexográficas de outrora há muito deixaram a simplicidade de operação e agregaram novos módulos diferenciados, como serigrafia rotativa, laminação a frio e a quente e lenticular graphics.

Não importa quem foi de fato o inventor da flexografia. Quem quer que tenha sido e também quem não o tenha, todos devem estar certamente satisfeitos com os resultados atuais e com as boas previsões da flexografia, que cresce surpreendentemente, num mercado tão competitivo e num contexto econômico tão difícil.

Aislan Baer é gerente técnico da RotoFlexo & Conversão, sócio-diretor da ProjetoPack & Associados e técnico especialista em rotogravura e flexografia da ABTG.

GLOSSÁRIO

Lenticular graphics – Recurso de acabamento de alto impacto visual, no qual o plástico lenticular é laminado sobre o material impresso, gerando efeitos diferenciados como fusão de imagens, 3D e zoom.
Resiliência – Propriedade que alguns corpos apresentam de retornar à forma original após terem sido submetidos a uma deformação elástica.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

O que é Tampografia


Imprimir E-mail
É um processo de impressão por transferência indireta de tinta, a partir de um clichê gravado em baixo relevo com o motivo a ser impresso, por um tampão (almofada) de silicone.

Oferece a maior definição e precisão em traços de linhas finas, o que faz com que seja um processo muito versátil e utilizado para imprimir em superfícies cilíndricas, curvas ou planas, regulares ou irregulares.

Aplicações típicas incluem brinquedos, relógios, aparelhos eletrônicos, eletrodomésticos, vidrarias, brindes e outros.

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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Dicas

PapeisO Papel
 
Os papéis são fabricados com polpa de fibras que podem ser de uma variedade imensa de materiais. Os mais comuns são feitos de fibras de madeira, os mais nobres, de fibras de algodão. Conheça algumas informações e dicas sobre o papel e significado de termos relacionados a ele.


Papel é ingrediente da criação.

Ter o papel como matéria prima, no processo de criação de um projeto gráfico além de ser importante, se não fundamental, traz uma série de vantagens. 

A escolha do processo de impressão pode ampliar ou restringir as opções do tipo de papel a ser utilizado.
A cor, a textura e o acabamento do papel deixam de ser problema na hora da produção gráfica.
O melhor aproveitamento do formato do papel e do sentido da fibra já pode ser definido na criação.
Finalmente se evita uma serie de desperdício, o que proporciona um material final mais racional e econômico, e porque não mais social e ecologicamente correto.

Fonte:http://papeisespeciais.com.br/?ideia=dicas&id=65